sexta-feira, 29 de julho de 2011

Empregabilidade - Falei, agora é tarde

Essa semana foi bem tumultuada, mas ao mesmo tempo foi de muito aprendizado, duas situações em particular chamaram minha atenção, a primeira veio escrita em um livro e a segunda aconteceu hoje mesmo na TV.

Essa semana li um excelente livro entitulado "Confesiones de un Chef" de Anthony Bourdain, para quem não sabe Bourdain é um excelente Chef Francês que mora em Nova York, possui um programa de televisão e tudo o mais, bem nesse livro ele conta como foi o seu começo, nada da glória e glamour que imaginamos na vida de um Chef de Cozinha (ou mesmo em desenhos como Ratatouille) e ao pedir um emprego em uma churracaria e após fazer uma excelente entrevista (arrasando de forma matadora todas as perguntas) o contratante lhe faz uma simples pergunta final que foi entendida como: "O que você sabe sobre mim?", imagine que o Presidente de uma empresa, que você está prestes a entrar lhe faça essa pergunta o que você responderia? Só que o problema é que a pergunta tinha sido feita por um Escocês falando inglês (lembro que Carne em inglês é MEAT, e eu é ME, o problema é que os escoceses não pronunciam o T final, resultado a pergunta correta era: "O que você sabe sobre carne?") no qual nosso amigo Chef sinceramente responde, depois de muito ponderar: "Quase nada", por ter entendido a pergunta de forma errada. Obviamente ele tinha acabado de perder a vaga.

Hoje a tarde, no Jornal Hoje da Rede Globo, um especialista em segurança da Internet consegue soltar a seguinte frase: "Uma dica para saber se o e-mail é falso é colocar o mouse em cima do endereço, sem clicar. O endereço verdadeiro da página vai aparecer. Quando o nome não tem nada a ver com a empresa ou quando termina em '.php' pode ser golpe.", resultado automático que milhares dos defensores da linguagem PHP resolveram tomar as dores e lotaram mensagens no Twitter e Facebook com tudo quanto foi tipo de piadas a ameaças ao tal especialista.

Esses dois insolitos fatos me fizeram pensar em quantas oportunidades perdemos simplesmente ou por não entender direito uma determinada pergunta ou por tentar ajudar quando deveríamos nos manter no básico. Como aquela velha história Zen, um mestre pede a um discípulo que toda vez que ele falar algo sem pensar que ele coloque um prego em uma tábua na cerca, resultado que depois de um tempo a cerca se enche de pregos, em seguida o mestre diz que toda vez que o discípulo fizer uma boa ação que ele tire um prego da cerca, depois de um tempo a cerca está sem pregos entretanto está toda marcada e mestre diz: "Assim são as palavras, uma vez lançadas vão ficar marcadas para sempre por mais boas ações que você faça".

Abraços e até a próxima
Fernando Anselmo

sábado, 9 de julho de 2011

Literatura - Crônicas de Gelo e Fogo de George R. R. Martin

Como se faz para escrever uma boa saga de fantasia? Antes deixe-me dar alguns dados, Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien é uma obra incomparável, só que nela não aparece nenhum Dragão (o único Dragão aparece em O Hobbit, que não faz parte da Trilogia), a Saga de Duna de Frank Hebert é uma história contendo 3 casas principais os Altreides, os Harkonens, os Corrinos (poderiamos até considerar 4 se juntarmos os Freemens), As Crônicas de Nárnia de C. S. Lewis envolvem sempre os mesmos personagens assim como o bruxo de Harry Potter de J. K. Rowling. Bem essas quatro sagas acredito que resumem bem o mundo de fantasia, obviamente não quero desprezar escritores, tais como Terry Pratchet e o seu MundoDisco (no qual já tratei aqui) mas isso é outro gênero Comédia-Fantasia, então o estou propositalmente deixando de fora.

Bem os elementos de Crônicas de Gelo e Fogo de George são impressionantes, junte a um mundo totalmente novo, sete famílias (e mais algumas menores) envolvidas em uma grande disputa, adicione disputas entre Zumbis, Selvagens, Gigantes, Mágia, Honra, Traições, Dragões (são três que aparecem nos livros, Vhagar, Meraxes e Balerion) e Guardiões que se parecem com os Templários mas que (propositalmente ao contrário) se vestem de Negro. O mais impressionante é que nesta saga você não tem a menor noção de quem vai sobreviver, por mais apuro que passe Harry Potter ou Frodo sabemos que no final tudo vai dar certo, aqui, o autor simplesmente elimina sem a menor compaixão um dos personagens principais, então por exemplo, a história está girando em torno a alguém (não quero colocar os nomes para não perder a graça), e você acompanha sua luta, suas derrotas, seus estratagemas e de repente pluft ele morre assassinado, ou traído, ou em combate. Por outro lado, um personagem que você acha que morreu de repente escapou e assim vai se dando voltas e mais voltas durante toda essa apaixonante saga.

Uma das cenas que resume bem o que é essa saga é quando Menique está conversando com Sansa Stark, o diálogo entre eles é assim:

- Porque queria vê-lo morto? - Menique se encolheu de ombros. Não tenho nenhum motivo concreto. Além do mais, estou a léguas de distância, no Vale. Você deve sempre confundir os seus inimigos. Nunca devem estar seguros de quem você e nem o que você quer, não devem saber qual sera o próximo passo que você fará. Às vezes, a melhor maneira de desconcertá-los é fazer movimentos que não tem sentido, e que inclusive parece que vai contra os seus intereses. Não se esqueça quando jogar o jogo, Sansa.
- Que... que jogo?
- O único jogo que importa, o Jogo de Tronos.

Este diálogo se encontra no terceiro livro de um total de sete, só que infelizmente um deles ainda está em produção e dois nem foram começados, ou seja, fazendo as contas temos apenas quatro livros. Bem sou um cara um pouco apressado quando se trata de fantasia, então não tenho a menor idéia como estão as coisas no Brasil, pois prefiro ir direto na fonte, e os livros são:
  1. A Game of Thrones (Um Jogo de Tronos)
  2. A Clash of Kings (Um Choque de Reis)
  3. A Storm of Swords (Uma Tempestade de Espadas)
  4. A Feast for Crows (Um Festim dos Corvos)
  5. A Dance with Dragons (Uma Dança com Dragões)
  6. The Winds of Winter (Os Ventos do Inverno)
  7. A Dream of Spring (Um Sonho de Primavera)
Não sei se no Brasil os livros terão os títulos traduzidos desta maneira pois como já disse prefiro ir beber na fonte do que ficar esperando e a série da HBO chama-se simplesmente o título do primeiro livro. Bem, esta semana espero terminar de ler o quarto livro desta fantástica saga (se quiser saber quais livros estou lendo siga-me no twiter) e aguardar ansiosamente (assim como uma legião de fãs que formam no mundo todo) sua conclusão.

Abraços e até a próxima
Fernando Anselmo

domingo, 3 de julho de 2011

Android - 10 razões porque o Android é melhor que iPhone

Não quero levar crédito pelo trabalho de outras pessoas, participo da lista de Android, e essas 10 Razões foram publicadas por Syed Ahmed por achá-las interessantes, resolvi publicá-las aqui (em português para felicidade de muitos).



Vamos lá:
  1. Navegador
    A navegação com o Android é muito mais rápida, e tem FLASH, então é possível ver todos os Flash Websites, e sim, podemos jogar jogos como o City, Ville, FarmVille.

  2. Desktop
    O que existe no iPhone é uma página cheia de ícones. Mesmo ao categorizar os aplicativos, ele ainda vai ser ICON. Com o Android, somos capazes de personalizar as páginas com elementos que possuem um propósito real, tais como: Twitter, Facebook, atualizações de Status

  3. Conectividade
    No Android, há um "Widget" no qual estão disponíveis 4 botões:
    • Ligar / desligar o Bluetooth
    • Ligar / desligar o Wifi
    • Ligar / desligar da rede móvel
    • Ligar / desligar o GPS
    Existe até um aplicativo no mercado Android chamado Y5, que desliga a Wi-Fi automaticamente quando nenhuma rede Wireless conhecida está disponível. Com iPhone é necessário passar por várias opções para controlar as conexões.

  4. Conexão PC
    Com iPhone é necessário o iTunes para gerenciar o seu telefone. Com o Android é simples, basta montar seu cartão SD e depois é só arrastar e soltar, ou mesmo usar o aparelho como uma pen-drive.

  5. Multi-notificação
    No iPhone, para receber uma notificação de um programa específico como o Twitter, por exemplo, o programa do Twitter tem que estar aberto. Com o Android recebemos todas as atualizações na barra de notificação vindo de todas as atividades sociais em um único lugar. Seja um e-mail, tweet, facebook, novo SMS ou chamadas perdidas.

  6. Personalização
    Usando iPhone, é obrigado a ficar com o que a Apple diz quando se trata de personalizar o visual do seu iPhone. Com Android, temos a liberdade para personalizar o visual do telefone a configuração que mais agrada ao nosso estilo de vida. Se é um usuário avançado das Redes Sociais, pode-se ter uma tela para o Facebook, outra para o Twitter, outra para mensagens de texto e outra para o Flicker. Ou, se é um usuário corporativo, pode-se ter uma tela de contatos, para o calendário, para GMail, para o e-mail, para o RSS, e muito mais.

  7. Market
    Com o iPhone, a Apple é a sua loja de aplicativos. Mas o mesmo acontece com o Android. O Android Market, um dos mercados mais ativos e lá é possível encontrar aplicativos para tudo. Muitos deles são gratuitos e fáceis de instalar, embora se está interessado em pagar por um aplicativo para obter todos os seus recursos, ou mesmo inserir as informações sobre o mercado? Lhes garanto que são milhões de aplicativos gratuitos que serão úteis, dependendo de qual uso é dado dele. Ainda é possível manter um check-in em como publicar um post para os melhores aplicativos e suas características.

  8. Integração com o Google
    Estamos falando de Google, Possui uma conta do gmail? Então vai ficar surpreso quando ver como o Android e o Google estão tão perto e fácil de se comunicar com todos os seus serviços.

  9. Open Source
    Há uma gama de desenvolvedores trabalhando a cada minuto em software Android e atualização, ajustes para melhor desempenho. Assim, nada fica fixo e existe uma continua evolução. Falar "iPhone" e "Open" na mesma frase? Está brincando comigo?

  10. Android permite que você escolha seu Hardware
    Esta é a minha melhor razão. A Apple continua a dizer "pensar diferente", mas quando se trata de hardware, não dá muita chance: Preto ou Branco, 16 GB ou 32 GB, preso as 3,5 polegadas, 320×480 pixel de display com 256M RAM e processador de 600MHz. Agora com o Android cabe em qualquer hardware que desejar, tais como, o Nexus One (com 3,7 polegadas, 480 × 800 pixel, 512MB de RAM e processador Snapdragon de 1 GHz) ou o Motorola Droid, que tem um teclado físico.
São razões muito válidas para se ter em mente na hora de comprar um aparelho, agora para o desenvolvedor, segue um conselho: "Não existe Time", isto é, Eclipse X NetBeans, Windows X Linux, Office X OpenOffice, Android X iPhone. Sei apenas de uma coisa: "Android + iPhone", isso significa atualmente mais de 80% do mercado mundial de celulares, e é isso que me interessa como desenvolvedor.

Abraços e até a próxima
Fernando Anselmo

domingo, 26 de junho de 2011

Corrigir Problemas - Adobe não pré-visualiza

Computadores e computadores, de vez em quando eles dão determinados problemas que ficamos louco tentando entender o que está se passando (como dizia aquela velha citação: "O computador existe para resolver problemas que não tinhamos antes deles serem inventados"), pois bem, neste tão variado blog resolvi abrir mais uma seção para "Corrigir Problemas".

Problema
O primeiro problema que aconteceu comigo foi ao mudar a versão do Windows Home Basic de 32 bits para o Windows Home Premium de 64 bits, de repente as miniaturas dos documentos PDF simplesmente deixaram de ser exibidas, isso é bem ruim para quem tem muito documento em PDF e já está completamente acostumado com este tipo de visualização.

Solução
Depois de muito pesquisar, e instalar e desinstalar o Adobe Reader várias vezes descobri que o problema é simplesmente um bug que ocorre na versão de 64 bits e a solução é igualmente simples basta baixar o aplicativo Hander Fix Tool encontrado no seguinte endereço e executá-lo, e os ícones das miniaturas dos PDFs voltam a aparecer.

Abraços e até a próxima
Fernando Anselmo

domingo, 29 de maio de 2011

Empregabilidade - Kitchen Nightmares

Um programa de televisão pode esconder lições fantásticas para sua carreira, principalmente ao se tratar de um programa sério, bem dirigido e produzido. O canal FOX muito raramente produz coisas ruins e "Kitchen Nightmares" não é uma exceção (nossa que medo de escrever errado essa palavra, mas é só lembrar que significa ato ou efeito de excetuar então é escrito com "xc"), sendo inclusive, uma grande e agradável surpresa.

Vamos imaginar um restaurante, alguns com bons anos de tradição e passado de Pai para Filho (para o pessoal de Java um "extends"), com boa cozinha, boa comida, boa experiência, local agradável, ou seja, tem tudo para dar certo. Antes fosse assim, parece que a linha de conforto das pessoas não existe limite e muitos desses locais estão ruindo de dentro para fora, ou se você prefere a palavra estão implodindo. É nesse ponto que entra o socorro do Escocês Chef Gordon Ramsay (seu sotaque parece britânico), e se fosse somente arrumar a cozinha até que seria muito fácil, mas Ramsay arruma muito mais do que isso. Em muitos programas os donos não possuem a menor conduta empresarial e estão causando a falência do negócio, ou acontece da péssima administração da Gerência que fica como se o negócio não fosse problema deles, algumas vezes pode ser também problema com o Cozinheiro que não possui o menor talento ou compromentimento com o local, é parece que se fosse mandado embora, no dia seguinte estaria empregado novamente em um novo lugar, e por fim, o culpado também pode ser o pessoal de Staff que age como se tudo o que tivesse acontecendo fosse em outro restaurante e bem longe dali (em um dos episódios, o local está a beira da falência e o ajudante leva diariamente comida e bebida para casa e ainda acha que isso é a coisa mais normal do mundo).

Em cada programa, são realizados quatro passos em quatro dias. Passo 1 o Chef Ramsay chega ao local e prova a comida (muitas vezes horrível), conversa com o pessoal e verifica como é o atendimento (ou seja, faz o papel de um consultor externo). Passo 2, isso é já no dia seguinte a investação torna-se mais complexa, e Ramsay verifica o estoque dos alimentos, condições sanitárias (baratas e ratos são estrelas constantes desse programa e todo o tipo de podridão alimentícia), tipo de comida que está sendo servida (é incrível como ao provar o alimento  no primeiro dia Ramsay sabe exatamente se era um alimento fresco ou congelado), conversa com potenciais clientes, vida pessoal do dono e por aí vai (passa a ser um consultor interno e atuante). Passo 3 é mudar o que precisa ser mudado, então se a cozinha precisa apenas de um bom banho coloca o pessoal para fazer, se precisa de novos equipamentos o programa fornece, se a cara do restaurante precisa de uma nova fachada, ou trocar realmente a decoração do lugar, o que muitas vezes acontece (Ramsay agora está tentando trazer uma nova vida para o negócio dando uma nova visão) e também a troca do Menu (Ramsay bola um novo menu, adequando muitas vezes pratos sem sabor a uma nova realidade, ou seja, novos produtos). Passo 4 é o mais crítico, funcionar o restaurante a "Pleno Vapor", então reuni em uma noite vários clientes até estressar todos e ver como tudo se comporta (e nesse momento que quem não aguenta pede as contas). No final do programa uma avaliação final e Ramsay vai embora, deixando para trás um negócio revitalizado, não quer dizer a salvo (em alguns programas o restaurante é vendido).

As lições que se aprendem ao assistir esse programa (desde 2007 no ar) ficam marcadas, pois como estamos de fora, não conhecemos o local (pode até ser que um dia, em viagem, você visite a algum desses restaurantes) ou as pessoas então podemos nos ater a sermos meros espectadores que pode analisar a situação sem sentimentalismos e principalmente a pensar. Agora o que me pergunto é: Como isso pode ajudar a minha carreira?

Abraços e até a próxima
Fernando Anselmo

sábado, 21 de maio de 2011

Android - Controle Remoto

Tudo bem, você, eu e talvez todo mundo que possua um computador utiliza ele para ver filmes, seja como um simples aparelho de DVD ou talvez algo muito mais sofisticado. Então, que tal utilizar seu aparelho celular, com o Android, para controlar o player do seu computador?

Primeiro vamos estabelecer alguns limites:
  • Sistema Operacional - Sinto muito pessoal livre, mas essa versão só funciona com o Windows e pessoal do Android só com a versão 2.1 (Eclair) para cima.
  • Player - tem que ser o BSplayer que pode ser baixado gratuitamente do site Baixaki no endereço BS.Player no Baixaki, não preciso nem fazer propaganda desse player pois se você acessar o site vai ver que já existem mais de 5 milhões de downloads efetuados. Então se você utiliza outro não tenha medo de trocá-lo.
  • Conexão - esse controle utiliza a rede wireless existente entre o aparelho e o computador, então fique de posse do número IPv4 (no windows basta usar o comando "ipconfig" em uma janela de comandos).
Atendendo a esses limites, pesquise no Android Market (ou use o seguinte QRCode abaixo) e instale o aplicativo BSRemote no seu celular:



A parte final é acessar o site o servidor de comunicação para Windows 32 bits ou Windows 64 bits e iniciá-lo.

Agora é tudo muito simples:
  1. Execute o BS.player e coloque para tocar seu filme ou sua seleção de músicas (sim, esse player também serve como substituto do WinAmp).
  2. Execute o aplicativo BSRemote no seu celular.
Caso acuse que não está conectado verifique se o "Servidor de Comunicação" está sendo executado (ele é hospedado na barra de tarefas) e se nas opções do aplicativo no celular o IP do computador está corretamente registrado (acesse Menu, mais, Settings, BSplayer host ip).

Abraços e até a próxima
Fernando Anselmo

PS. A página oficial do BSRemote é http://bsremote.conspro.ro.

Empregabilidade - The Biggest Loser

Existe um programa chamado "The Biggest Loser", atualmente está na 11ª Temporada, exibido pelo canal NBC, a ideia é simples, pessoas bem acima do peso são isoladas em um Rancho para perderem peso quem durar até o final do programa leva 1 milhão de dólares.

Se fosse só isso que escrevi garanto que esse programa não duraria uma temporada, "The Biggest Loser" é muito mais do que isso. Primeiro detalhe que qualquer um percebe, o programa trata com o emocional das pessoas e tenta analisar o que fez a pessoa ficar com 200 e tantos Kilos (não se assuste com os números do programa, pois a medida americana é feita em "Pounds", isto é, 1 Kilo equivale a 2,2046 Pounds, ou seja, o peso das pessoas é o dobro do que estamos acostumados no Brasil). Então, ao chegar no Rancho, a pessoa passa por uma avaliação médica de última geração, os exercícios são realizados por diversos profissionais (você verá somente 2 treinadores, na 11ª temporada entraram mais 2) e os participantes são controlados segundo a segundo (é fácil perceber uma correia no braço de todos). A função do Treinador que os acompanha é de dar vários conselhos e principalmente servir de apoio psicológico para eles. Ao final do programa é que começam as cenas mais tocantes pois eles reencontram suas famílias (depois de várias semanas e muitos kilos a menos) então dá para imaginar a surpresa e quanta água se derrama. A trilha sonora do programa também colabora muito para essa corrente de lágrimas, veja essa simples propaganda sobre a temporada atual que está terminando essa semana:

The Biggest Loser - Season 11 Theatrical Preview

"The Biggest Loser" é um programa que faz você pensar sobre o que é importante na sua vida, o que você está fazendo errado e o que você poderia fazer para arrumar o que está errado, não é apenas perder peso é mudar de vida é começar a fazer coisas que você jamais sonhou que um dia poderia fazê-las e muitas delas estão ali ao seu alcance, basta simplesmente um pouco de esforço. E muito diferente do que as pessoas falam que o programa é um "Big Brother de Gordinhos" na parede do ginásio tem uma frase que expressa bem o que vem a ser o programa:

"This isn't about winning a game, its about fixing what's broken" - Bob

Abraços e até a próxima
Fernando Anselmo

Curiosidade: O programa teve sua versão Brasileira, exibida pelo SBT, com os nomes "O Grande Perdedor" (na primeira edição) e "Quem Perde Ganha" (na segunda edição). Confesso que não cheguei a assistir então não posso comentar porque não fez o mesmo sucesso que as versões de outros países.